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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

JÁ ESTAMOS DISPONIBILIZANDO A COTA DE PRESERVATIVOS E PREVENÇÃO E PROMOÇÃO A SAÚDE ISTs-HEPAIDS E TUBERCULOSE...

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JÁ ESTAMOS DISPONIBILIZANDO A COTA DE PRESERVATIVOS E PREVENÇÃO E PROMOÇÃO A SAÚDE ISTs-HEPAIDS E TUBERCULOSE...

ATENÇÃO POVOS E COMUNIDADES TRADICIONAIS E PESSOAS DAS DIVERSIDADES, EMPRESAS E INSTITUIÇÕES PARCEIRAS E COMUNIDADES, ASSOCIAÇÕES E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E USUÁRIOS DO SUS E USUÁRIOS E PARCEIROS E VOLUNTÁRIOS ... JÁ ESTAMOS DISPONIBILIZANDO A COTA DE PRESERVATIVOS E PREVENÇÃO E PROMOÇÃO A SAÚDE ISTs-HEPAIDS E TUBERCULOSE: PROJETOS: DEDO DE PROSA E TERREIROS DE PORTAS ABERTAS E MALETA DA SAÚDE - SALA DE ESPERA..PARCERIA MS-DF/SESAP-RN/SMS- NATAL/RN E REDE MANDACARU BRASIL...
+55 084 988035580 ....




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terça-feira, 1 de agosto de 2017

04-06 de Setembro, 2017 : UFRN : Natal/RN
IV Ciclo de Estudos e Debates em Etnologia Indígena da UFRN ...














- Todas as atividades serão realizadas no Auditório B do CCHLA/UFRN

Público Alvo: 

Estudantes de graduação e pós-graduação e demais pesquisadores, militantes, ativistas,
comunidades tradicionais....

O IV Ciclo de Estudos e Debates em Etnologia Indígena da UFRN é parte dos esforços
de docentes e discentes do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação
em Antropologia Social da UFRN em trazer para o centro do debate questões relativas às
populações indígenas da América do Sul. Já foram realizadas duas edições desse Ciclo em
2016: na primeira, foram discutidas as múltiplas dimensões da arte ameríndia os processos de produção que envolvem os artistas indígenas; e na segunda, os debates se concentraram na
inserção de jovens indígenas nas mobilizações políticas e nos espaços de formação acadêmica universitária. A proposta do III Ciclo é dar continuidade a esses debates iniciados em 2016,
agora com o foco na questão da perícia antropológica e nos direitos dos povos indígenas.
A perícia tem sido posta como grande desafio na formação dos antropólogos, na medida em
que aponta para a consolidação de um campo importante de atuação profissional, ao mesmo
tempo em que problematiza o lugar do antropólogo na defesa dos direitos dos povos indígenas.


... LOCALIZAÇÃO (ANTIGA) DOS GRUPOS INDÍGENAS DO RIO GRANDE DO NORTE

http://fpedern.blogspot.com.br/2013/03/provavel-localizacao-antiga-dos-grupos.html


ETNIAS INDÍGENAS DO NORDESTE BRASILEIRO


Programaçã: 
- Outras informações estão disponíveis no sitio:

https://cicloetnologiaufrn.wixsite.com/ivciclo



http://mandacarurn.blogspot.com.br/2015/11/a-unica-yalorixa-indigena-do-rio-grande.html

ÚNICA YALORIXA INDÍGENA MARIA XOROQUE (Maria Soares), NO RN E PROVAVEL NO BRASIL - O ENCONTRO DE DUAS ANCESTRALIDADES AFRICANA E INDÍGENA EM TERRAS BRASILEIRAS E POTIGUARES...GUARDIÃ DE DUAS TRADIÇÕES AFRICANA E INDÍGENA...ORGULHO YALORIXA MARIA XOROQUE (MARIA SOARES) SER COORDENADORA DA REDE MANDACARU BRASIL EM TERRAS POTIGUARES... orgulho de Ya Maria ser coordenadora colegiada rede mandacaru Brasil...valorizando as nossas raízes...


YALORIXA MARIA XOROQUE (MARIA SOARES) SER COORDENADORA DA REDE MANDACARU BRASIL EM TERRAS POTIGUARES... orgulho de Ya Maria ser coordenadora colegiada rede mandacaru Brasil...valorizando as nossas raízes...


ORGULHO PARA O RN - A ÚNICA YALORIXA INDíGENA DO RN GUARDIÃ DE DUAS TRADIÇÕES INDÍGENA E AFRICANA É DESTAQUE EM PRIMEIRA CONFERENCIA INDÍGENA DO RN.... YALORIXA MARIA D*OGUN XOROQUE - NATIVA DO AMARELÃO EM VARIAS GERAÇÕES MARIA SOARES -YA MARIA XOROQUE E DESTAQUE NA CONFERENCIA POR SER A PRIMEIRA YALORIXA INDÍGENA DO RN E TALVEZ DO BRASIL... AXE NOSSO KOLONFE OLORUN KOLONFE A MAE MARIA XOROQUE INDÍGENA DO AMARELÃO DOS MENDONÇA ... NO RN..ANCESTRALIDADE A MAIS DE DOIS SÉCULOS NO AMARELÃO....


 

http://amarelaoemfoco.blogspot.com.br/2015/08/i-conferencia-de-politicas-indigenistas.html


http://mandacarurn.blogspot.com.br/2015/11/a-unica-yalorixa-indigena-do-rio-grande.html



Líder Indígena COMUNIDADE DO TAPARÁ - MACAIBA - RN Francisca Bezerra (Francisca do Tapará) OUTRO ICONE NA LUTA E ATIVISMO E RESISTENCIA INDIGENA EM TERRAS POTIGUARES:
Francisca Bezerra - Créditos: Catarina Santos

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lIDER INDIGENA LUIZ CATU... REVERENCIAMOS NOSSOS ILUSTRES IRMAOS DO CATU TAMBÉM JUNTO A MOISES CATU E VALDA CATU ATIVISTAS E LUTADORES E A TODOS OS POVO INDIGENAS DO RN....


COMUNIDADES INDÍGENAS NO RN

MENDONÇA DO AMARELÃO
João Câmara-RN

Os antecessores dos Mendonça do Amarelão são indígenas migrantes do Brejo de Bananeiras do Estado da Paraíba que chegaram à região por volta da primeira metade do século XIX. São mais de 1.600 pessoas que vivem no Amarelão (João Câmara/RN) – lugar de fundação da família há mais de 150 anos e Assentamento Santa Teresinha – terras que os Mendonça conseguiram recuperar junto ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terras – MST, área vizinha do Amarelão. Ambas as localidades estão distantes em mais de 90 km de Natal.


  ELEOTÉRIO - CATU
Canguaretama/Goianinha-RN

São aproximadamente 900 pessoas que vivem numa região chamada Catu (na língua Tupi significa “bom”, “bonito”). É uma área localizada nos municípios de Canguaretama/Goianinha, distando cerca de 80 km de Natal. O Catu está rodeado de canaviais e por criadouros de camarão.
No século XVIII a antiga aldeia de Igramació (arredores de Vila Flor, Goianinha eCanguaretama) abrigava indígenas Potiguara e depois Tapuia, sobreviventes da “Guerra dos Bárbaros” (LOPES,2003).


CABOCLO
Açu-RN

Próxima a Riacho no município de Açu compõe-se de 150 pessoas que vivem em terras alheias. Vivem da agricultura, trabalhando como meeiros, ou seja, tudo que produzem na terra têm que dividir com o dono do lugar. Os Caboclo falam de sua origem indígena e de migrações da família que vieram de Paraú (oeste do RN).
Alguns se identificam como indígenas, outros como “caboclos”, denominação que se remete a antecessores indígenas. Há cavernas e outros lugares de memória que são lembrados pelos mais velhos como espaços dos antecessores indígenas.


  BANGUÊ
Açu-RN
Composta por 180 pessoas que vivem à margem da Lagoa do Piató (13 km de extensão) no município de Assu. Trabalham com a pesca e agricultura de subsistência. Da mesma forma que as demais comunidades já vistas, há muita precariedade no que se refere à saúde, à educação, ao lazer e ao trabalho.
Há referências à origem indígena e à presença desses antecessores na memória social.


Lagoa do Piató

SAGI
Baía Formosa-RN

Localiza-se numa praia do mesmo nome, no Município de Baía Formosa, litoral sul do Rio Grande do Norte, fronteira com a Paraíba. São aproximadamente 540 pessoas. 
Ao que tudo indica  as famílias pertencem a troncos familiares dos indígenas Potiguara da Paraíba que chegaram na região há mais de 100 anos.

Rio Guaju - Sagi

 Texto: Jussara Galhardo
                                                                                        Adaptação: Gorete Nunes


sexta-feira, 14 de julho de 2017

CONAQ em defesa do direito constitucional quilombola à terra: Não haverá trégua aos racistas STF retomará em 16 de agosto julgamento do Decreto Federal n° 4887/03.

CONAQ em defesa do direito constitucional quilombola à terra: Não haverá trégua aos racistas
STF retomará em 16 de agosto julgamento do Decreto Federal n° 4887/03.


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CONAQ em defesa do direito constitucional quilombola à terra: Não haverá trégua aos racistas
STF retomará em 16 de agosto julgamento do Decreto Federal n° 4887/03.

Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ 

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Dandara, Acotirene, Tereza de Benguela, Ganga Zumba e Zumbi dos Palmares são algumas das lideranças históricas do povo negro que se somam em mais uma batalha histórica dos quilombolas. A luta por autonomia e vida digna para quilombolas, nesta sociedade construída com base no racismo, terá no julgamento do STF mais uma batalha. Por meio desta carta convocamos todas e todos a somarem-se na luta pela defesa do direito à terra das comunidades quilombolas.


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Em 16 de agosto de 2017 o Supremo Tribunal Federal retomará o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 3239/04, que tem por finalidade julgar o Decreto Federal n° 4887/03, que regulamenta os procedimentos administrativos para titulação dos territórios quilombolas, para assim cumprir com a determinação constitucional contida no art. 68 do ADCT. No julgamento se decidirá se a atual política de titulação de terras continuará, a depender da decisão do STF sobre a constitucionalidade do decreto.

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O julgamento da ADI 3239/04 está atualmente empatado, com um voto pela constitucionalidade do decreto, da Ministra Rosa Weber, e outro voto pela inconstitucionalidade, do Ministro Cesar Peluso. Nós quilombolas precisamos conquistar mais cinco votos para garantir a constitucionalidade do decreto.
Para a CONAQ o julgamento do decreto quilombola não é o início, muito menos o fim das lutas contra o racismo em nossa sociedade. Mas será uma etapa importante da batalha, pois 129 anos após à abolição forma e inconclusa da escravidão de 1888 o Estado brasileiro, através do STF, julgará a legitimidade do direito constitucional quilombola à terra, conquistado através da árdua luta de gerações de negros e negras.
Buscando enfrentar o racismo e recuperar os sentimentos de dignidade, orgulho e confiança do povo negro enfrentaremos mais essa batalha pela ressignificação histórica dos quilombos. Repudiamos qualquer afirmação de que os quilombos, como já afirmou o Min. Cesar Peluso, sejam locais de negros fugidos. Os quilombos de ontem, de hoje e de amanhã são espaços de luta contra o racismo, de conquista da liberdade e da dignidade que nos foi, e ainda é, negada pelos escravocratas racistas de ontem e de hoje.
Não aceitamos esse destino que nos é dado pelos racistas. Nós quilombolas precisamos de acesso à terra para manter nossa vida com dignidade. Não abrimos mão desse direito.
Lutaremos para derrotar as elites brasileiras, em especial a agrária e a política, que se enriquecem às custas do sofrimento do povo negro. Somos sobreviventes, superamos 350 anos de escravidão e estamos vivos (as), atentos (as) e prontos (as) para o bom combate. Racistas não passarão!


Conclamamos a todos e todas que se unam às lutas quilombolas, que se somem às articulações da CONAQ para que possamos construir a vitória que queremos junto ao Supremo Tribunal Federal.  

Brasília/DF, 03 de julho de 2017.


Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ 


                                                                                            
Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais 
Quilombolas - CONAQ